No início: o jornalismo romântico Fuçando aqui e voltando no tempo, principalmente após uma entrevista de trabalho nada a ver com nada, sim tenho distribuído currículo para inúmeras àreas (de telemarketing, digitação à auxiliar de biblioteca). Tento resgatar quando entrei na faculdade de jornalismo. Ok, 2000, mas .... Que fim levou todo este namoro? (risos)
Sentindo também o quanto gostaria de melhorar-me, e mais do que isso, voltar a escrever ou colaborar, trabalhando assuntos diversos, locais, pesquisando e envolvendo-me com jornalismo. Mas, como começar? Tentar? Ousar? E se eu queimar o meu filme? Enquanto o medo e a insegurança não me deixam, o tempo corre, voa .... e a idade também.
Foi aí que achei uma coisa muito engraçada, eu diria, na minha pasta. Um certificado entregue pela tia Eda (diretora do IESB) para os melhores no vestibular daquele semestre para jornalismo. Lembrando que eu cursava Letras-espanhol mas sonho guardadíssimo para jornalismo, desde meus 17 anos. Tá certo que não sei se o mesmo era verdadeiro, a prova não foi lá assim assim, mas foi interessante e é curioso poder lembrar disso agora. É. Subi no palco e tudo. (risos) Acho que nunca tinha ganho certificado por nada, nem sorteios. Então ...
Ainda assim, se diploma e este certificado valem alguma coisa, já não sei. Mas, sem dúvida foram parte da minha história e me trazem boas lembranças acerca de cada passo dado. Jornalismo foi a minha escolha, a minha opção. E, como uma colega na faculdade costumava dizer: "era falar em ou sobre jornalismo que meus olhos começavam a brilhar". Portanto, mesmo não tendo chegado lá, sei que tentei, me esforcei e levei com a maior seriedade e compromisso do mundo.
Do dito cujo: nem sei se isso ainda existe em qualquer vestibular, se era furada, porque a faculdade tinha bem uns 5 anos (senão me engano), mas sei que em uma turma de 30 pessoas, provavelmente mais, fora outras turmas A, B e C: eu estava lá. Humildemente, como hoje, mas bem na fita! (risos) Pena que os sonhos, nem os ideais encham-nos a barriga. Do contrário, eu seria uma séria candidata à uma das pessoas mais ricas deste mundo.
Você não sabe o quanto eu caminhei ....

Simone Magalhães, recebido em 08/08/2000 (1° semestre no IESB)
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