Jornalismo: uma estrela cadente
O mapa astral indicava jornalismo. No entanto, o jovem de apenas 17 anos resolveu experimentar outras áreas do conhecimento. Cursou 5 semestres de História e um único semestre de Direito. Ainda assim, ele não havia se encontrado.
Foi então que o astrólogo sindicalizado - hoje sua segunda profissão - resolveu prestar o vestibular para jornalismo. Mas foi incentivado por escritores como Eduardo Galeano e Gabriel Garcia Marquez e pelo interesse na colonização espanhola que ele se imaginou escritor.
O estudante que sempre teve como hobby: leituras variadas; astrologia; bate-papo com os amigos (em casa ou nas rodas de bar), mora na 105 norte com 2 primas mais 1 sobrinho e trabalha o dia todo como analista de negócios na Unisys do Brasil.
Apesar de nunca ter estagiado na área, Reges diz gostar do jornalismo mas se assusta com o trabalho ininterrupto desses profissionais. Ele só não afirma se seguirá realmente a profissão. "Não sei se vou ser jornalista mas também não quero ser professor. Quero trabalhar em alguma área que possa ajudar muita gente, facilitar a vida de muita gente", argumenta o astrólogo, solteiro, de 27 anos.
Faltando apenas um semestre para se formar, Reges predente se especializar ou fazer uma pós em economia ou política. Admira os jornalistas Mino Carta (italiano criador das revistas Veja, Isto É e diretor da Carta Capital) e o correspondente da TV Globo, Caco Barcellos. Um dos seus maiores sonhos é o desejo de estudar no exterior e morar algum tempo na Espanha.
Simone Magalhães, em 05/03/2004
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